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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Reunião com Sebrae debate impactos da Hidrelétrica

UHE Colíder
Na tarde de ontem (31), os secretários da Prefeitura Municipal de Colíder se reuniram com Sebrae par debater os impactos que a região irá sofrer com a implantação da usina hidrelétrica (UHE Colíder).
O Sebrae participou da reunião com o objetivo de nortear os trabalhos que serão realizados para minimizar os problemas de ordem social, ambiental e econômica. De acordo com o secretário de Planejamento, Fazenda e Administração, Vanderlei Borges existe um projeto feito pela Sema (Secretaria de Meio Ambiente) que a Copel e suas contratadas precisam cumprir. “Nós já percebemos com base em alguns acontecimentos que se não houver pressão e acompanhamento é possível que todos os empreendedores não cumpram todas as suas obrigações, como apoio aos municípios atingidos que está previsto no projeto”, explicou.
Borges informou que o prefeito Celso Banazeski propôs uma comissão para analisar constantemente a conjuntura dos impactos. Inicialmente ela era formada pelas Secretarias do município, depois pelo MP (Ministério Publico) e hoje estão sendo incluídos os vereadores, igrejas, ACIC (Associação Comercial e Empresarial de Colíder), a sociedade civil organizada e também os municípios de Itaúba e Nova Canaã.
“A presença da consultoria do Sebrae na reunião veio consolidar o que a comissão já vinha trabalhando, isso nos deu segurança. Pois percebemos que estamos no caminho certo. Pois Projeto Básico Ambiental fala dos problemas, mas também de alguns valores previstos em investimentos , como capacitação de trabalhadores e fornecedores, compensações ambientais e parceria com os municípios para resolver o problema do lixo”, argumentou o secretário.
Colíder ainda aguarda uma resposta relativa a proposta que a Secretaria de Infra Estrutura fez em relação a investimentos necessários no sistema de lixo, que é modelo paro Mato Grosso. Com o aumento da demanda se precisa de mais investimentos. O secretário Vanderlei, explicou que ainda existe uma dúvida na demanda da saúde e educação. “O que se sabe é que vai aumentar, mas não se sabe o quanto vai custar, então os trabalhos continuam para apurar isso”, declarou.
O secretário lembrou que também existe uma preocupação por parte da gestão com a prostituição que normalmente aumenta em locais onde as usinas são construídas. Principalmente a prostituição infantil alicia crianças e adolescente com idade inferior a 18 anos, fato que não será permitido em Colíder.

Um comentário:

  1. o brasil se mobiliza contra a construção do belo monstro. Não queremos mais uma obra de gastos duvidosos e retorno incerto, às custas de muita destruição. http://youtu.be/k24LSxxlXmg
    http://youtu.be/DD7B9p7Edao
    http://youtu.be/eLKivggtAp4

    Chega de descaso com dinheiro público! os índios não tem que pagar por incompetência govenamental em resolver questões básicas!sinergia de fontes LIMPAS produtoras de energia é a solução para o país, e não a destruição das matas e do povo! OS ÍNDIOS SOMOS NÓS!!!!

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