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Campanha visa combater queimadas urbanas

Posted by Willian Scaliante on 12:23 in
Tendo em vista que o período de estiagem já chegou e, junto com este a prática ofensiva de queimadas no meio urbano, a Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária, Assuntos Fundiários e Meio Ambiente, o Conselho Municipal de Meio Ambiente (Commea), em parceria com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso,a Campanha Municipal de Prevenção e Combate as Queimadas Urbanas. O objetivo é informar, orientar e sensibilizar a população colidense sobre os prejuízos dessa prática para a saúde e as infrações (multas e contravenções penais) as quais as pessoas que ateiam fogo estão sujeitas.
A campanha será lançada no próximo dia 16 com a realização de Audiência Publica. O slogan da campanha é “Fogo: apague essa idéia”. O evento será realizado no Centro de Eventos, às 09 horas. De acordo com secretária adjunta de Meio Ambiente, Norma Nobre a intenção é instrumentalizar as pessoas participantes de que queimar partindo do pressuposto que a prática é normal, e se livram do “lixo” de forma rápida pode trazer transtornos indesejados. “Pesquisas revelam que as maiorias das pessoas desconhecem o mal que a fumaça produzida da queima. O ato é ruim para a saúde e para o meio ambiente. Reduz a qualidade de vida da população! Assim, seja qual for o motivo, esta prática deve ser evitada, considerando que as principais vítimas são as crianças e os idosos, mas de forma geral atinge todos. Além disso, de acordo com a Lei de Crimes Ambientais – Lei nº 9.605/98, queimar no meio urbano (na cidade) é crime o ano inteiro, dá multa e condenação”, explicou.

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Criança de sete anos é encontrada com crack na escola em Maringá

Posted by Willian Scaliante on 12:19 in
odiario.com
Um menino de sete anos de idade foi flagrado com cinco pedras de crack, na tarde desta segunda-feira (13), em uma escola no Jardim Paraíso, em Maringá. Segundo o conselheiro tutelar Vandré Fernando, a droga pertencia ao pai da criança, que vende crack para sustentar o vício.
"O menino não tinha ideia de que aquilo era um entorpecente. Ela estava brincando com as pedras, quando a professora percebeu a situação e encaminhou a droga à direção. Provavelmente a criança achou em casa e levou para a escola inocentemente", conta Vandré Fernando.
A patrulha escolar da Polícia Militar foi acionada e constatou que se tratava realmente de crack. A mãe do garoto permitiu a entrada dos oficiais na residência da família para a realização de uma revista, porém nada foi encontrado. O pai do menino também não foi localizado.
O Conselho Tutelar está orientando a família. A Polícia Civil está investigando o caso.

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