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Copa Comércio de Futsal começa em junho

Posted by Willian Scaliante on 16:35 in
A Prefeitura Municipal de Colíder, por meio da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer irá realizar em parceria com a TV Record, a segunda edição da Copa Comércio de Futsal. Visando incentivar a prática esportiva entre os trabalhadores, a competição terá inicio no mês de junho.
O evento contará com a participação das empresas e indústrias localizadas no município de Colíder. As equipes podem ser formadas por até duas empresas, porém, todos os jogadores devem comprovar vinculo empregatício com a equipe que for defender.
Na próxima sexta-feira (20), às 20 horas será realizada uma reunião onde serão discutidas questões relativas ao regulamento, arbitragem, valor de inscrição e premiação.
As fichas de inscrição já estão disponíveis na Secretaria de Esporte e podem ser entregues até o final de maio. O torneio tem previsão de inicio para a segunda quinzena de junho, tendo perspectiva de começar na seta-feira (17). A premiação para os primeiros colocados será em dinheiro e virá de parte do montante arrecado das inscrições.

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Servidores da Educação explicam porque não aderiram à greve

Posted by Willian Scaliante on 16:33 in ,
Apenas um terço dos servidores estão em greve

Para honrar o compromisso de continuar pagando o Piso Salarial Profissional Nacional/2011, em março que é mês de data base da educação, o prefeito Municipal de Colíder encaminhou o Projeto de Lei reajustando o salário em 6,46% para todos os trabalhadores da educação.
A Sub – sede do Sintep de Colider MT solicitou negociações, o Prefeito atendeu e fez a proposta de manter a recomposição de 6,46% e retomar as negociações em julho/2011. A categoria em assembléia não aceitou a proposta e deflagrou o movimento de greve no dia 06/05/2011. Apenas um terço dos trabalhadores da educação entraram no movimento.
Na sessão da última segunda-feira (9) na Câmara Municipal, os vereadores aprovaram o Projeto de Lei do reajuste de 6,46% para os demais trabalhadores da prefeitura menos para os da Educação.
Dois terços dos trabalhadores da Educação não aderiram à greve, como explicou o professor da Escola Bom Jesus, Valdeci Moreira. “O reajuste proposto pela prefeitura é aquilo que é possível o município pagar neste momento. A prefeitura também precisa fazer outros investimentos. Por exemplo, a Escola Bom Jesus está bem melhor que a seis, sete anos atrás. Se a administração dá o reajuste acima daquilo que ela pode não se consegue investir e nós também queremos qualidade de trabalho, que a estrutura da escola melhore”, argumentou o professor. Ainda disse que houve um radicalismo do sindicato dificultando um acordo. “Ao meu ponto de vista não era justa a greve, então decidimos trabalhar, acredito que esse é o posicionamento de quem está trabalhando. Aos que estão em greve e tem a posição deles nós respeitamos”, opinou.

A diretora da Escola de Educação Infantil Santa Paulina, Marlene Aparecida de Oliveira Alves, informou que apenas uma professora do estabelecimento aderiu à paralisação. “A escola achou por bem não aderir e aguardar a proposta do prefeito no dia 13 de julho, data em que Celso Banazeski irá retomar as negociações baseando-se na análise da folha de pagamento, caso haja aumento da receita municipal”.

Os professores e funcionários da Escola Ivanira Moreira Jungos, analisaram a proposta do sindicato e da prefeitura, como explicou a diretora da escola e presidente do Conselho Municipal de Educação, Neusa Muniz Tomiyoshi. “Optamos pela não paralisação. Apenas quatro professores estão paralisados, os demais continuam trabalhando. Nós avaliamos a gestão municipal como um todo. Tudo que recebemos desde o inicio da administração do Celso. Optamos pela proposta do prefeito por acreditar que em momento nenhum a gestão foi contra a educação, pois tivemos muitos avanços. Pelo Conselho vejo as melhorias que todas as escolas tiveram, tanto da cidade como as da zona rural”, expôs Neusa. A diretora informou que foi avaliado o prejuízo que seria causado aos pais devido à paralisação. “Os pais também precisam trabalhar e não tem com quem deixar os filhos”, lembrou.

Neusa, que é presidente do Conselho Municipal de Educação informou que não foi procurada pela Câmara Municipal para analisar a emenda proposta na última sessão. “Quando a gente vai para uma sessão, dá meia-noite e meia e nenhuma decisão foi tomada. Pegaram a gente de surpresa, sou presidente do conselho e não fui procurada para fazer estudo dessa nova emenda. Os próprios vereadores não estão unidos, eu peço um olhar especial pelo presidente da Câmara Municipal, uma pessoa que eu respeito muito, mas tem que ser tomado uma decisão, pois a sociedade colidense espera isso”, declarou.

“Na educação a gente não deve priorizar só o salário a gente tem que avaliar o todo. Quando tem uma penca de banana e tem uma estragada a gente tem que valorizar as que estão boas. São claros os avanços da administração municipal na educação. Não existe apenas nós da educação, temos funcionários de outros setores que estão com salários que precisam ser melhorados também. Então eles também merecem um reajuste, sendo inteligente por parte do prefeito de conceder esse reajuste para todos. Temos que pensar nas conseqüencias, os pais são quem levam o prejuízo, os alunos perdem as aulas e tem que repôr em períodos de férias e feriados”, explicitou.

A secretária de Educação, Tereza Mangolin, informou que a apreciação do projeto de reajuste sendo protelado como aconteceu na última sessão na Câmara só vai avolumando as perdas salariais dos trabalhadores da Educação. "Estamos no mês de maio e esta será a terceira folha de pagamento da Educação que poderá ser paga sem a inclusão do reajuste, se os vereadores não aprovarem o projeto na próxima segunda - feira. O que mais nos surpreendeu é que na sessão da última segunda-feira, foi aprovado à recomposição salarial de 6,46% para todos os demais trabalhadores da prefeitura, o que é de direito, porém não para os da Educação. Esses 6,46% concedido pela prefeitura por meio desse projeto, representa a devolução do poder de compra do trabalhador corroído pela inflação em 2010, portanto é direito de todos os trabalhadores esta recomposição salarial. É lamentável que a Câmara de Vereadores não tenha votado favorável a inclusão de 6,46% também aos profissionais da Educação já que no dia 13 de julho, conforme documentado pelo prefeito ao Sintep, será retomada a negociação. Este é o tempo que o prefeito precisa para avaliar o impacto que representará a recomposição de 6,46% na folha geral da prefeitura e em havendo aumento de receita, percentuais para além do Piso Nacional será negociado para a Educação, declarou a secretária.

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Diálogo Petista estuda projeto de revogação da lei das OSs

Posted by Willian Scaliante on 16:29 in ,
Vereadora Petista Juliana Cardoso

Uma das decisões do 3º Encontro Nacional do Diálogo Petista (abril, 2011) foi a de ajudar a reforçar a luta pela revogação da Lei das Organizações Sociais (OSs), instituída durante o governo de FHC e que representa a privatização dos serviços públicos.
A página do Diálogo Petista entrevistou a vereadora Juliana Cardoso (PT), que preside a Comissão de Saúde da Câmara Municipal de São Paulo. Juliana, que esteve presente no Encontro, tem colocado seu mandato na luta contra a privatização da Saúde, organizada pelo prefeito Gilberto Kassab (ex-DEM, atual PSD).

Diálogo Petista – Qual a situação da saúde em SP?

Juliana Cardoso – São Paulo enfrenta gravíssimos problemas na área da saúde. O prefeito Kassab está destruindo o sistema único de saúde. Quase todo o atendimento da área está entregue à iniciativa privada, através das OSs. A Prefeitura foge da sua responsabilidade, terceiriza e não fiscaliza os serviços prestados, além de não detalhar os gastos. Exemplos de descasos não faltam. O meu mandato vem apresentando inúmeras denúncias ao Tribunal de Contas do Município (TCM), Ministério Público e Conselho de Saúde. A começar pelo repasse em 2010 de quase R$ 2 bilhões às OSs, sem o efetivo controle do dinheiro público. O orçamento da Saúde é de R$ 5,9 bilhões e, de acordo com o TCM, a Prefeitura tem apenas três técnicos para fiscalizar os 28 contratos de gestão com as OS. Nesses contratos estão incluídos: cinco hospitais municipais, 290 unidades de saúde em 10 microrregiões, 15 prontos-socorros isolados, 1.196 equipes de Programa de Saúde da Família e cinco contratos de diagnósticos de imagem. Outro grave problema é a questão profissional. São Paulo tem 76 mil profissionais na área da saúde, dos quais 31 mil são contratados pelas OSs sem concurso público e com salários maiores dos de carreira. Um médico em início de carreira na Prefeitura recebe apenas R$ 3 mil. Por isso, faltam na rede municipal 30% dos médicos previstos no quadro funcional. Apesar de ter cargos criados, os profissionais preferem trabalhar em municípios vizinhos e na rede particular, por causa das péssimas condições. E com todo esse montante no orçamento de quase 6 bilhões não há melhorias nos serviços. A Prefeitura ressuscitou o famigerado PAS, batizado de AMA, que é incapaz de atender as reais necessidades da população. A grande maioria delas foi incorporada nos espaços das Unidades Básicas de Saúde (UBS), prejudicando o atendimento contínuo prestado pelas Unidades. A situação é desumana quando há a necessidade de exames e de consultas com especialistas. Hoje, exatas 568.086 pessoas aguardam na fila de espera da rede (veja as tabelas). O tamanho dessa fila, formada principalmente nos últimos três anos, representa perto de 10% dos 6,1 milhões de pacientes dependentes do SUS.

DP – Como fazer para reverter as OSs?

JC – Conseguimos sistematizar todas as denúncias e entregamos um dossiê ao governo federal no ano passado, o que foi um acontecimento importante neste sentido. Além do que, esse esforço coletivo conseguiu extrair forças dos parlamentares, dos movimentos populares e dos sindicatos contra a privatização da área, representada por esse modelo de gestão com as OS.




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